Mad Max

Mad Max

“Mad Max” foi lançado nos cinemas em 1979 e rendeu duas sequências, lançadas em 1981 e 1985, respectivamente. Em 1990, o segundo filme recebeu uma adaptação para os videogames, lançada para o NES.

Mais de duas décadas depois, em 2014 um novo jogo baseado nesse universo será lançado pela Avalanche Studios, produtora da série “Just Cause”. Apesar do longo hiato de lançamentos oficiais da propriedade da Warner Bros., “Mad Max” não deixou de influenciar cinema e games nesse período. Títulos como “Borderlands” e “Rage” não têm como negar a influência que o mundo concebido por George Miller, Byron Kennedy e James McCausland no final dos anos 70 teve em suas concepções.

Buscando retomar o que é seu de direito, “Mad Max” promete levar aos consoles todos os elementos que tornaram esse universo pós-apocalíptico tão emblemático. A vastidão do deserto, a violência, o perigo iminente e, claro, as batalhas com carros.
“Mad Max” se passa num vasto mundo aberto, com muitas missões a serem cumpridas e perigos a serem evitados (ou não). O jogo não esconde que segue tendências atuais do mercado de games. No entanto, diferente de diversos outros títulos lançados durante essa mudança de geração, “Mad Max” não aposta no componente multiplayer.

Para sobreviver nesse mundo, você conta com seus braços, armas (com poucas balas) e seu bólido, o Magnum Opus. Assim como nos filmes, os carros desempenham papel importante no game. O Magnum Opus é seu principal meio de locomoção e também de defesa. Sair do carro é sempre um risco, mas que inevitavelmente terá que correr.

Há mais de 50 veículos diferentes no jogo, todos acessíveis ao jogador. Mas o Magnum Opus é o seu titular. É com ele que se estabelece um vínculo maior, não apenas por conta da narrativa e de sua utilidade, mas pela personalização que se pode fazer nele. Cada jogador pode estilizá-lo ao seu gosto e necessidade, algo que se desenvolve ao longo de toda a aventura.
“Dois homens entram, um homem sai”

As batalhas entre carros prometem ser intensas. Os aprimoramentos do Magnum Opus são bem relevantes aqui. É preciso manter-se à altura dos adversários se quiser se manter na estrada. E vivo.

Os estragos feitos no carro podem ser consertados por Chumbucket, mecânico que está sempre por perto para mantê-lo na estrada.

Apesar das batalhas automotivas, “Mad Max” também tem combates corpo a corpo e com armas de fogo.

O primeiro trailer aponta para algo que ocorre também nos filmes, que é a falta de materiais, de maneira geral. Balas para revólveres não são exceção. Isso certamente valoriza cada tiro e traz maior tensão ao jogo. Além disso, o combate com as mãos deve ser tão brutal quanto o que vimos em “Além da Cúpula do Trovão”, por exemplo.

O futuro de “Mad Max” não é bonito. Mas é certamente marcante e promissor.

Fonte UOL.

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