Call of duty ghosts

Call of duty ghosts

Em time que está vencendo não se mexe. Essa parece ser a ideia principal por trás do desenvolvimento de “Call of Duty: Ghosts”, décimo capítulo da franquia mais popular da indústria do entretenimento. Com versões para consoles de duas gerações distintas, o game traz várias novidades para seus modos campanha e multiplayer – mas nenhuma que altere drasticamente a experiência já conhecida pelos fãs.

A campanha de “Ghosts” se encaixará nos moldes das de seus predecessores, com estágios bastante lineares repletos de momentos explosivos. Enquanto isso, o modo competitivo manterá o ritmo frenético da série, levemente alterado pela inclusão de algumas mecânicas de controle. Certamente, fãs irão sentir-se em casa, mesmo que estejam jogando em novos consoles.
A Activision e a Infinity Ward estão mantendo os detalhes da trama do jogo guardados a sete chaves, mas já sabemos que ela seguirá uma das tendências da linha “Modern Warfare”, apesar de não ter ligações diretas com os três jogos da marca. Assim como estes, “Ghosts” quebrará a ilusão de invencibilidade dos EUA, apresentando uma versão fragilizada da nação.

Após um evento de escala global, os EUA perderam seu título de super-potência. Dez anos depois, um novo inimigo surge para ameaçar essa civilização que tenta se reerguer, obrigando agentes especiais de todas as divisões militares do país a unirem forças. Surge assim a iniciativa ‘Ghosts’, que une apenas a elite dos soldados americanos.

Com um grupo de personagens jogáveis inéditos que inclui até mesmo um cachorro, a campanha apresentará um esforço pela sobrevivência de uma antes poderosa nação que agora encontra-se devastada.
Pela primeira vez na série, fãs poderão personalizar seus soldados para o modo multiplayer não apenas em termos de armas e equipamentos, mas também com diferentes opções cosméticas. Será possível até mesmo adentrar os campos de batalha na pele de uma combatente mulher.

No controle do soldado que desejar, os jogadores participarão de combates em mapas que a Activision chama de ‘cenários dinâmicos’. Em alguns deles, eventos fora do controle dos soldados alterarão completamente a paisagem da área, enquanto outros acontecimentos de menor escala – como a explosão de uma porta – poderão ser desencadeados pelos próprios jogadores.

Diferente do que acontece na série “Battlefield”, porém, a influência dos jogadores só será efetiva em pontos pré-determinados dos mapas. Não há, por exemplo, explosão dinâmica de estruturas ou paredes.

Mesmo assim, a inclusão de mapas dinâmicos deve servir para alterar o ritmo das partidas multiplayer. Em um cenário chamado Strikezone, por exemplo, soldados enfrentam-se pelos corredores de um prédio até que o impacto de um míssil reduz a área a escombros empoeirados.

Fonte UOL

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