Assassin’s Creed IV: Black Flag

De filho para pai

Em “Assassin’s Creed IV” o jogador assumirá o papel do pirata Edward Kenway, avô de Connor, herói de “ACIII”. Antes de virar um bucaneiro, Edward serviu à Marinha Real da Inglaterra.

Já na Ordem dos Assassinos, ele é muito conhecido nas águas do Caribe do século XVIII, sendo respeitado até pelo temível Barba Negra.

No primeiro trailer divulgado pela Ubisoft (esse logo abaixo), Barba Negra chega a enaltecer o quão terrível e destruidor é o marujo.

De acordo com a Ubisoft, outros piratas notáveis ao longo da história também estarão na trama, como Charles Vane, Calico Jack, Anne Bonny e Ben Hornigold, em recriações de eventos históricos que incluem o assalto de Bartholomew Roberts a uma frota de 42 navios portugueses e a destruição da armada espanhola.

Nos sete mares, Edward não se preocupa muito com os outros – nem mesmo com a Ordem dos Assassinos -, mas tem adoração pelo seu navio. E isso refletirá na mecânica, que permitirá decorá-lo como quiser.
Rei dos sete mares

Em “Black Flag”, além do Caribe, várias ilhas poderão ser visitadas, como Jamaica, Cuba, a parte sul da Flórida, Nassau e as Bahamas, totalizando cerca de 50 locais que poderão ser visitados em um vasto mundo aberto.

Essa imensidão azul promete convidar o jogador a caçar baleias, visitar gruas, ir à pequenas cidades e ilhas separadas por centenas de quilômetros do oceano e da selva para buscar tesouros. Nem todos os trechos, porém, estarão abertos e só serão liberados com atualizações no navio.

O perigo, entretanto, está nos grupos piratas rivais, que atacarão em barcos leves e rápidos e outros mais pesados, mas com armamento mais poderoso. Para combatê-los, um arsenal de armas como canhões do navio e muita estratégia naval poderá ser usada, mas pouco sobre isso foi revelado.
De olho na nova geração

Em um aspecto, “Black Flag” já está em vantagem sobre seu antecessor: além do Playstation 3, PC, Xbox 360 e Wii U, o jogo já está confirmado também para o PlayStation 4, o que aumentará ainda mais a expectativa sobre o visual, que sempre foi um ponto alto da série.

Segundo declaração do diretor Ashraf Ismail ao site Joystiq, “Black Flag” roda no motor gráfico AnvilNext, o mesmo de “Assassin’s Creed III”, de 2012 e, segundo ele, este motor gráfico foi desenhado para rodar “em outras plataformas além dos consoles atuais”.
Nos consoles atuais, “Black Flag” estará disponível em 29 de outubro.

Já as versões de PC e PlayStation 4 ainda não tem data de lançamento definida. Nas plataformas da Sony, o game terá 60 minutos de “conteúdo exclusivo” – e nada mais foi dito sobre esse material.

Sobre a possibilidade de o jogo ter legendas e dublagem em português, a exemplo de “Assassin’s Creed III”, a Ubisoft diz que ainda não tem nada para declarar, mas faz questão de ressaltar que todos os seus principais títulos nos últimos meses têm chegado com, no mínimo, legendas em nosso idioma.

Quanto a uma eventual versão para o sucessor do Xbox 360, nada foi dito. Porém, convém refrescar a memória: até agora o próximo console da Microsoft não foi revelado oficialmente, então ficaria difícil para a Ubisoft confirmar um jogo para uma plataforma que sequer foi confirmada.

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